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Cerviflan anuncia inovações nas latas metálicas
Estudos indicam que 70% das decisões de compra ocorrem no ponto de venda, o que torna a embalagem um componente estratégico. Atenta a esse cenário e às necessidades de seus clientes, a Cerviflan, com um dos parques industriais mais modernos da América Latina, realizou recentemente duas inovações em latas metálicas para tintas imobiliárias: a inclusão do necking na embalagem de 1/16, e a redução da solda na de 18 litros. “Investimos em nosso parque fabril de forma contínua, o que permite que a Cerviflan saia na frente no desenvolvimento de melhorias para atender a diferentes públicos”, afirma o diretor-presidente da empresa, Vicente Lozargo Filho.
No caso da colocação do necking nas latinhas de 1/16, a iniciativa ajuda tanto os fabricantes de tintas, como lojistas e consumidores finais. Pesquisas informais realizadas pela Cerviflan nos pontos de venda identificaram que esse tipo de embalagem é a que mais sofre danos e quedas por problemas de empilhamento. Com a presença do novo item - um suporte colocado na parte inferior da lata -, o armazenamento torna-se mais fácil não só na loja, mas na casa do consumidor. Outra vantagem é a diminuição do desperdício. A Cerviflan, aliás, foi a primeira empresa do mercado a produzir embalagens com necking “Com esse novo produto no portfólio, a Cerviflan completa sua linha de latas de tintas com necking”, comenta Lozargo Filho.
Assim como na embalagem de 1/16 com necking, a Cerviflan foi pioneira na redução do espaço de solda na lata de 18 litros. “Essa inovação favorece, principalmente, os apelos de marketing para melhor e maior exposição do rótulo do produto sem a interferência da solda”, diz o diretor-presidente, após esclarecer que o local da soldagem não permite decoração.
Segundo Lozargo Filho, essa empreitada é mais um exemplo do compromisso da Cerviflan de trazer ao mercado o que há de mais moderno no segmento. “Vale lembrar que fomos nós que lançamos, em 1982, a solda elétrica das latas, possibilitando maior segurança e resistência das embalagens, além do fator sustentabilidade, uma vez que se substituiu a solda por estanho e chumbo”, finaliza.







